Após tentar levar jogo ao Pacaembu, Santos prevê dificuldade em Mogi

epresentante do Santos na reunião que definiu datas, horários e locais das semifinais do Campeonato Paulista, o presidente em exercício Odílio Rodrigues foi à sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) nesta segunda-feira disposto a levar a partida contra o Mogi Mirim para o Pacaembu. Não conseguiu. O jogo de sábado acabou confirmado para o Estádio Romildão.

“O Santos pleiteou trazer a semifinal para o Pacaembu para ter um número maior de público, beneficiando o futebol”, comentou Odílio, que tinha até um trunfo para convencer a diretoria do Mogi Mirim a aceitar a proposta. “Oferecemos um benefício de renda para eles (a arrecadação do jogo será dividida), que não aceitaram. Mas a gente entende perfeitamente a posição do presidente do Mogi, que está em defesa dos interesses de seu clube.”

O Santos não queria apenas “beneficiar o futebol” ao enfrentar o Mogi no Pacaembu. Os objetivos óbvios eram contar com mais apoio de torcida e fugir de um campo onde o rival está acostumado a jogar. “Em Mogi, haverá dificuldade”, previu o presidente em exercício. “O Mogi Mirim fez um campanha muito bonita na primeira fase e está jogando bem, apresentando muita qualidade. O Santos vai ter um jogo complicado. Não existe favoritismo”, complementou.

Pelo Mogi Mirim, o presidente Wilson Bonetti estava sorridente depois da confirmação que o confronto será realizado na casa do seu time. Ele admitiu, contudo, que a possibilidade de lucrar mais no Pacaembu era uma tentação. “Com certeza. Mas, desde que o Rivaldo assumiu o clube, estamos fazendo um trabalho de resgate da torcida. Não poderíamos pensar só na parte financeira e deixar o torcedor de lado agora. Jogaríamos todo o nosso trabalho no ralo”, explicou.

Bonetti temia ter de jogar contra o Santos no Pacaembu a contragosto. “Eu confiava na Federação, mas, com tanta especulação, fiquei com um pouco de receio”, confessou, contando com o respaldo de Marco Polo Del Nero. “O estádio do Mogi tem todas as condições de receber o jogo”, apoiou o presidente da FPF.

Apesar de jogar fora de casa, o Santos terá incentivo em Mogi Mirim. O clube mandante destinou 12.000 ingressos para a sua torcida e cedeu 6.000 para o adversário. Cada entrada custará R$ 30. “O presidente deles conhece melhor a região e achou que esse seria preço ideal. Nós concordamos”, contou Odílio Rodrigues.

Fonte: Gazeta Esportiva.net

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